segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO: ÓTIMA IDÉIA, ESPECIALMENTE COM AMIGOS E IRMÃOS

No domingo passado a Igreja Batista Ministério Reviver em Vila da Penha teve o seu culto de adoração e almoço de comunhão. Foi uma bênção!

Em nosso culto, tivemos a oportunidade de adorar ao Senhor de forma estilizada, com o Ministério de Dança da Igreja apresentando-se. As irmãs costuraram as bandeiras das nações e se vestiram a caratér, dançando diante do Senhor ao som do louvor "Praises From Every Nation". O querido maninho Luquinhas, filho dos nossos amados Dc. Wander e Ir. Jéssica, louvou também com um cântico. Tivemos ainda a apresentação do Ministério de Adolescentes, louvando ao Senhor com uma mensagem musical e com danças.



Dc. Wander teve a oportunidade e nos honrou com sua breve prédica inspirada, baseada em Pv 16 e Ec 2. Ilustrando a mensagem com seu testemunho pessoal, enfatizou a necessidade de envolver o Senhor nos planejamentos para o próximo ano.

Ir. Juliana - que se apresentou caracterizada de japonesa no louvor com o Ministério de Dança (o que, aliás, ficou perfeito; parecia realmente que a irmã era natural da "Terra do Sol nascente"), preparou um vídeo de sua autoria com uma mensagem e a retrospectiva de 2012, com as várias ações que realizamos ao longo do ano. Além disso, decorou toda a Igreja, distribuiu lembranças, organizou o amigo oculto e a reserva no restaurante. Ufa! Glórias a Deus pelo arroz ungido que encheu nossa irmã Japa de energia! rsrsrsrs.

Ao final do culto, tivemos a mensagem trazida por mim, baseada em I Ts 5.11-28.

Nosso almoço foi ótimo! Neste ano, tivemos a adesão de 100% dos irmãos da Igreja, fora amigos e familiares. Como diria o salmista, "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!"

Que o Senhor possa abençoar todos os irmãos e irmãs da Igreja, que trabalharam para que mais este projeto viesse a se tornar realidade. Que Ele também abençoe ainda mais todos os irmãos e irmãs que são a Igreja Batista Min. Reviver em Vila da Penha, enchendo-os cada vez mais de amor pela Obra de Deus e de unção para realização dessa grande Obra! A todos os amados, o meu muito obrigado; ao nosso Senhor e Salvador, seja a glória, a honra e o louvor pelos séculos dos séculos!

Que venha 2013, o ano que o Senhor nos dará ainda mais da Sua unção, do Seu poder e da Sua autoridade para avançarmos o Reino de Deus não só em Vila da Penha, mas onde quer que o Senhor nos levar; ano de salvação para muitos perdidos; ano de batismos, de festas e de muita alegria perante o Nosso Deus!

  

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!

A todos os queridos e amados seguidores deste blog, desejo um feliz natal! Que o maior presente venha de Deus - o maior presenteador do Universo! Ninguém jamais dará ou receberá Um Presente tão Imenso quanto Ele deu!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

COMUNICADO IMPORTANTE

Amados irmãos:

Em virtude da guerra urbana instaurada no RJ, determino a imediata suspensão das atividades eclesiásticas na nesta semana, inclusive no próximo domingo, dia 28/11/2010. Adicionalmente, CANCELO todos os compromissos agendados por qualquer departamento da Igreja ou obreiro individualmente ("saídas").

Pelo mesmo motivo, ESTÃO PROIBIDAS toda e qualquer atividade departamental (juventude, mulheres, dança, louvor, etc), quer na Igreja, quer em saídas para qualquer outra Igreja, bem como em REUNIÕES de oração e/ou confraternização, em casas de obreiros e/ou membros.

Que nestes dias de trevas e terror, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo seja a Torre Forte, o Guarda Vigilante de todos os membros e obreiros da Igreja Batista Ministério Reviver, em Vila da Penha, bem como de todos os amados irmãos e obreiros de todas as Igrejas Evangélicas Co-Irmãs situadas no Rio de Janeiro.

Do mesmo modo, que o Senhor proteja cada policial que está arriscando a vida para defender a população carioca. Senhor, eu te peço que eles e suas famílias sejam guardados por Ti e em Ti; por favor, tenha misericórdia de nós.

Possa o Senhor acampar seus anjos ao redor de todos nós, homens e mulheres de bem, independentemente de confissão religiosa.

Sejam, óh Senhor, as nossas vidas preciosas aos Teus olhos!

Que o Senhor te abençoe e te guarde!

Graça e Paz!

Pr. Ricardo Kropf S. Fermam; D.D.; D.Sc.
Pastor-Titular da Igreja Batista Ministério Reviver - Vila da Penha/RJ
1º Vice-Presidente do Ministério Reviver.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

EBR - O LIVRO DE ÊXODO

Amados irmãos, neste próximo trimestre estudaremos sobre o Livro de Êxodo, dando prosseguimento a nossa série "Estudando a Palavra de Deus, Livro por Livro".

Como não há material didático (revistas) disponíveis no mercado - o que, diga-se de passagem, causa espécie -, as aulas terão como base a minha apostila sobre o tema. Como de costume, haverá aqui no blog postagens sobre algumas lições mais controversas ou de maior interesse (com links para mapas, textos acessórios, etc). Aqueles que quiserem contribuir com textos relacionados ao livro de Êxodo (como esboços de sermãos, etc) também poderão fazê-lo, enviando diretamente para o e-mail rksfermam@ig.com.br, com o título da mensagem "Êxodo - Blog Reviver".

De forma geral, todas as perguntas sobre o livro de Êxodo que não forem esclarecidas em aula poderão ser feitas aqui. Todas as perguntas que os irmãos postarem serão devidamente respondidas. É oportuno esclarecer que a tipologia com relação ao tabernáculo não será o foco do estudo neste momento, podendo no entanto ser abordada de forma mais resumida, se necessário.

Para iniciarmos o estudo, vale a pena lembrar que algumas bíblias possuem um esboço de cada livro. Este esboço auxilia-nos a ter uma visão geral dos assuntos abordados no livro em questão, de forma a possibilitar uma compreensão do livro como um todo. O esboço é geralmente estruturado em ordem cronológica, apresentando os assuntos na ordem em que aparecem no texto bíblico, podendo ser sintético ou analítico. Assim, o Livro de Êxodo poderia ser esboçado da seguinte forma:

I. ISRAEL NO EGITO (1.1 - 12.30)
1. Escravidão no Egito
2. Deus escolhe Moisés
3. Deus envia Moisés a Faraó
4. Pragas atingem o Egito
5. Páscoa

II. ISRAEL NO DESERTO (12.31 - 18.27)
1. O Êxodo
2. A Travessia do Mar
3. A Murmuração no Deserto

III. ISRAEL NO SINAI (19.1 - 40.38)
1. A entrega da Lei
2. As instruções para o Tabernáculo
3. A Lei é quebrada
4. A construção do Tabernáculo

No primeiro capítulo de Êxodo, lemos: "E levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José, o qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito, e mais poderoso do que nós. Eia, usemos de sabedoria para com eles, para que não se multipliquem, e aconteça que, vindo guerra, eles também se ajuntem com os nossos inimigos, e pelejem contra nós, e subam da terra. E puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. Porque edificaram a Faraó cidades-armazéns, Pitom e Ramessés. Mas quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam, e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel. E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza. Assim que lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o seu serviço, em que os obrigavam com dureza." (Êx 1.8-14).

Ao recordarmos os estudos anteriores em Gênesis, José, filho de Jacó, havia sido vendido como escravo por seus irmãos aos ismaelitas, por inveja. Estes ismaelitas levaram José ao Egito. Ali, os midianitas venderam-no a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda. E o SENHOR estava com José, e foi homem próspero na casa de Potifar, tendo sido posto pelo seu senhor sobre toda a sua casa e sobre todos os seus bens, de forma que foi Potifar abençoado muitíssimo por meio de José.

José acaba sendo novamente preso, desta vez por causa das mentiras da mulher de Potifar, que queria a todo custo adulterar com ele. Lá na prisão Deus o usa em sonhos para com dois outros companheiros de cativeiro. Interessante que até o carcereiro-mor foi abençoado por meio de José, de forma que ele entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere, e ele ordenava tudo o que se fazia ali. Daí o Faraó teve sonhos que muito o perturbaram e ninguém em todo o Egito conseguia interpretar o seu sonho, nem sábios e nem advinhadores. José é então levado do cativeiro à presença de Faraó e interpreta-lhe o sonho. Por isso, é colocado como o segundo homem no Egito aos 30 anos de idade, tendo sido chamado de Zafenate-Panéia.

Este Faraó muito abençoou José e seu pai Jacó e seus irmãos. Diz a Bíblia que falou Faraó a José, dizendo: Teu pai e teus irmãos vieram a ti; a terra do Egito está diante de ti; no melhor da terra faze habitar teu pai e teus irmãos, habitem na terra de Gósen (Gn 47.5,6). E José fez habitar a seu pai e seus irmãos e deu-lhes possessão na terra do Egito, no melhor da terra. Nesta terra, os filhos de Israel frutificaram, e multiplicaram-se muito.

Quem é o Faraó que "conheceu José"? E quem é o Faraó que se levantou após ele? Especificar com 100% de precisão estes Faraós é uma tarefa praticamente impossível, em virtude das muitas controvérsias históricas e arqueológicas acerca da cronologia do Egito antigo. Por seu turno, a Bíblia não faz menção aos nomes destes Faraós. Uma forma de determinar qual era o Faraó que governava o Egito naquela época é a partir da data do Êxodo, a qual é também objeto de disputa pelos pesquisadores. Se pudermos fixar a data do Êxodo em torno de 1450 a.C., ou seja, na XVIII dinastia (cf. I Rs 6.14; Jz 11.26); o faraó da ocasião seria Thutmose III ou Amenhotep II.

Já um segundo grupo defende data mais recente, algo em torno de 1300 a.C., exatamente no período do faraó Ramsés II, que viveu na XIX dinastia e é um dos monarcas mais conhecidos na história egípcia. Número significativo de pesquisadores do Antigo Testamento recorrem a Êxodo 1:11 para defender o Êxodo como tendo ocorrido na XIX dinastia, onde é dito que os israelistas construíram duas cidades celeiros para o faraó: Pitom e Ramessés. (extraído de http://www.arqueologiadabiblia.com/2008/11/cidade-de-ramss.html. Acesso em 04/11/10, às 18h15min)

Não devemos nos preocupar demasiadamente com isso neste momento. Para nós, crentes em geral, basta-nos saber os motivos que levaram a perseguição e escravidão dos filhos de Israel no Egito.

Saiba mais no vídeos abaixo:

 
 
Graça e Paz!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EBR - LIÇÃO Nº 6: NAÇÕES E LÍNGUAS - COMENTÁRIOS

INTRODUÇÃO

O primeiro enunciado da Bíblia é uma citação vocal: Deus disse: “Faça-se a luz!” (Gênesis 1.3). A ação aconteceu pela comunicação oral. “A habilidade de falar é tão importante que se torna difícil conceber a vida sem linguagem”.

O estudo da linguagem verbal humana chama-se linguística. Apenas o homem foi criado com aparelho fonador, capaz de articular palavras numa sequência lógica. Dá-se o nome de aparelho fonador ao conjunto de órgãos responsáveis pela formação dos fonemas. É constituído basicamente das seguintes partes:

a) Pulmões, os brônquios e a traquéia - orgãos respiratórios que fornecem a corrente de ar, matéria prima da fonação
b) Laringe, onde se localizam as cordas vocais, que produzem a energia sonora utilizada na fala
c) Cavidades supralaríngeas (faringe, boca e fossas nasais), que funcionam como caixas de ressonância, sendo que a cavidade bucal pode variar profundamente de forma e de volume, graças aos movimentos dos orgãos ativos, sobretudo da língua, que, de tão importante na fonação, se tornou sinônimo de idioma.

Hoje em dia, uma verdade indiscutível na ciência lingüística é a de que todas as línguas mudam com o passar do tempo. Elas vão evoluindo, adaptando-se aos usos inovadores da comunidade falante, ao longo do tempo. De fato, não há língua que permaneça uniforme. Todas as línguas mudam.

I. A ORDEM DIVINA

O capítulo anterior de Gênesis termina com uma seqüência fixa de tempos e estações, com a existência garantida enquanto durar o mundo. Agora, Deus abençoa o homem de modo que seu trabalho prospere dentro dos tempos e estações fixados. Primeiro vem o que Deus dá ao homem (v. 1-3), depois o que Deus pede ao homem (v. 4-6).

Quando Deus "abençoa" Ele não apenas deseja coisas boas, mas Ele faz com que estas aconteçam. Esta bênção dada por Deus, Elohim, envolve a sua relação com o mundo na qualidade de Governador e Sustentador, sendo transmitida ao pai e aos seus filhos, na medida em que eles são os cabeças representativos da família humana. Claro, as mulheres participam desta bênção. A substância da bênção é a palavra: "Sejam frutíferos, multipliquem e encham a terra." Em parte, como a bênção na criação original (Gênesis 1:28), envolve um dom, ou seja, o dom da fecundidade, o qual homem não pode dar a si mesmo. O segundo termo, "Multiplicar", envolve tanto um dom, ou seja, a capacidade de multiplicação, como um dever.

O homem é obrigado a propagar sua espécie, juntamente com o mandamento divino para "encher a terra". A humanidade não deveria se concentrar em alguns poucos lugares, mas espalhar-se para que a Terra não tivesse áreas desocupadas e sem cultivo. Observe que após o Dilúvio, à medida em que a humanidade avança, não inclui a ordem original para "subjugar" a terra. Possivelmente, após a queda, o pecado incapacitou o homem para dominar o mundo de forma adequada. De fato, todas as tentativas de dominação do mundo após a queda resultaram (e resultam) na degradação e destruição do mesmo.

Deus deu a Terra aos filhos dos homens, para possessão e habitação (Sl 115.16). Com a benção de Deus, as gerações se sucederiam de forma constante, uma após outra, fazendo com que a Terra fosse continuamente habitada. Embora a morte ainda devesse reinar, a terra nunca deveria ser novamente desabitada como antes, mas haveria repovoação, Atos 17:24-26.2.

II. A REBELIÃO HUMANA

O final do capítulo anterior de Gênesis nos diz que pelos filhos de Noé, ou entre os filhos de Noé, as nações foram divididas na Terra após o dilúvio, ou seja, foram separados em diversas tribos ou colônias. Assim foi a questão bem resolvida, cem anos depois do dilúvio, por ocasião do nascimento de Pelegue (Gn 10.25). No entanto, tal condição lhes pareceu desfavorável, de forma que planejaram habitar todos num mesmo lugar. Havia vantagens neste projeto:

a) Eram todos de uma língua (v.1). Se existiam diferentes línguas antes do dilúvio, ou somente a de Noé, que provavelmente era a mesa falada por Adão, nada pode ser concluído; o fato é que a língua foi preservada do dilúvio, e continuou depois dele. Agora, como todos eles se entendiam, deveriam ser mais propensos a amar uns aos outros, e mais capazes de ajudar uns aos outros, e menos inclinados a separarem-se uns dos outros.

b) Encontraram um lugar muito conveniente para se instalarem (v. 2), uma planície na terra de Sinear, uma planície ampla, capaz de acomodar todos eles, uma planície fértil. Como todos falavam o mesmo idioma, com a inteligência e os recursos naturais que tinham e o desejo de se engrandecerem, o seu progresso seria rápido no caminho da auto-suficiência e conforto material, fazendo tudo o que desejassem - e o seu coração continuava mau, rejeitando o seu Criador.

No caso em estudo, vemos que até projetos malignos podem ser viabilizados quando existe unidade. Quão unidos não deveriam ser então aqueles que buscam causas nobres, aqueles que trabalham pelo reino de Deus?

Babel é um nome que veio a significar confusão, e ilustra a rebeldia da humanidade contra Deus: havendo sido instruídos a encher a terra (9:1), cerca de um século após o dilúvio os descendentes de Noé partiram para o ocidente, instalaram-se em uma planície entre os rios Tigre e Eufrates e decidiram construir uma cidade e uma torre até os céus, para tornarem-se célebres e evitar que fossem espalhados por toda a terra. Segundo Filo, "eles gravaram seus nomes nos tijolos - in perpetuam rei memoriam, como memorial perpétuo".

Ela não só externava a atitude arrogante, rebelde, da humanidade contra Deus, mas também era um símbolo religioso, como os zigurates que a copiaram, onde o povo adorava o sol, a lua, e as estrelas (Ninrode, bisneto de Noé, e sua esposa Semiramis vieram a ser endeusados e representados pelo sol e a lua na religião babilônica e outras que dela derivaram; Gn 10.8-10). Babel foi o modelo de todos os zigurates - o último degrau de um zigurate ( geralmente havia 7 ) , era considerado a "entrada do céu".

O que motivou-os a construírem a cidade? o sentimento na construção de Babel poderia ter sido motivado pelo temor de um novo dilúvio. Apesar de Deus ter prometido que não destruiria a terra novamente deste modo, eles preferiram se assegurar de tal impossibilidade (demonstrando desconfiança e falta de fé para com Deus, além de presunção e arrogância) construindo uma edificação sólida e duradoura com seus próprios esforços. Interessante ressaltar que na construção humana e pecaminosa, o melhor material usado é o betume; já na edificação divina, o material é infinitamente superior (Ap 21.19-21).

Veja o que Henry M. Morris disse sobre essa forma de espiritualidade de Babel, que é, não se esqueçam disso, o protótipo de toda idolatria e astrologia e outras “ias” mais.

Este projeto foi inicialmente apresentado ao povo sob o disfarce da verdadeira espiritualidade. A torre em sua grandiosidade sublime simbolizaria o poder e majestade do “verdadeiro Deus” do céu. Um grande templo em seu vértice proporcionaria um centro e um altar aonde os homens poderiam oferecer os seus sacrifícios e adorar a Deus. Os signos do zodíaco estariam estampados no teto ornado e também nas paredes do templo, significando a grande história da criação e da redenção, como havia sido dita pelos patriarcas antediluvianos... De tal início, logo surgiu todo o complexo da religião "humana", um panteísmo evolucionista, promulgado através de um sistema de astrologia e politeísmo idólatra, habilitados pelo espiritismo ocultista e o demonismo.

III. A AÇÃO DIVINA

Eis aqui uma expressão à maneira dos homens: "Desceu Jeová para ver a cidade". Deus é justo e bom em todo o que faz contra o pecado e os pecadores e não condena a ninguém sem ouvi-lo. Deus permitiu que eles chegassem a certo ponto para que as obras de suas mãos, das quais se prometiam honra perdurável para si mesmos, resultassem uma censura eterna

Deus não contempla passivamente o pecado humano, mas atua com justiça na história humana, no momento que lhe apraz.

Observe a sabedoria e misericórdia de Deus nos métodos usados para derrotar este empreendimento. E a misericórdia de Deus ao não fazer o castigo igual à ofensa; pois Ele não nos trata conforme aos nossos pecados. A sabedoria de Deus, ao estabelecer uma forma segura de deter seus procedimentos. Se não podiam entender-se uns aos outros, não poderiam ajudar-se um ao outro; isto os afastaria da edificação. Deus tem diversos métodos, e eficazes, para frustrar e derrotar os projetos de homens orgulhosos que se colocam em Sua contra e, em particular, os divide entre eles mesmos.

Os construtores se separaram conforme as suas famílias e as línguas que falavam, aos países e lugares designados para eles. Os filhos dos homens nunca tornaram a se ajuntar, nem jamais se reunirão novamente, até o grande dia em que o Filho do homem se sentar no trono de sua glória e todas as nações se reúnam diante dEle.

Para que o projeto fosse encerrado, Deus confundiu as línguas dos que trabalhavam na torre. Assim, um não entendia o que o outro dizia, e a conseqüência foi a separação. Por isso, Babel se tornou sinônimo de confusão. Não é assim que estão muitas famílias, muitas empresas, muitos grupos sociais? Estão tentando viver sem Deus, e o que conseguem? Confusão. Todos falam, mas ninguém compreende. E muitas vezes o resultado é o caos, a falência, a separação. Precisamos de Deus como arquiteto das nossas vidas. Deixemos que o seu projeto prevaleça, pois só assim alcançaremos o céu.

IV. A COMUNICAÇÃO RESTAURADA

No Pentecostes, restabelece-se a unidade desfeita com Babel. Trata-se, porém, da unidade na diferença e da diferença na unidade. A arrogância imperial de Babel anula a diferença. O amor do Pentecostes une diferenças, sem uniformizar. Em Babel, Deus desce para confundir, em Pentecostes, o Espírito desce para unificar línguas e propósitos. Se aquele povo rebelde, por falar a mesma língua e ter o mesmo propósito, seria capaz de qualquer proeza, imagina um povo reunido e capacitado pelo Espírito Santo!

Com o Pentecostes,  Deus capacita o homem para cumprir Seu propósito: "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" (At 1.8). Em Gênesis, Deus ordena ao homem que povoe toda a Terra; aqui, Deus envia seus discípulos, devidamente capacitados, aos homens que habitam até os confins da Terra como Suas testemunhas. Ao final, o plano divino será concretizado: "Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos" (Ap 7.9). 

Deus não é adepto da monotonia, como nos revela a Criação (enormidade de diferentes plantas, peixes, aves, répteis e mamíferos, bem como de homens e mulheres, de astros e galáxias). Não, o Senhor ama a variedade! Até a Sua Graça para com o homem é multiforme (I Pe 4.10)!

CONCLUSÃO:

Eis aqui em Gênesis 11:1-9 a raiz de todo mal individual, social e familiar. A história, da perspectiva bíblica, é sempre a mesma...

- A pessoa se afasta de Deus (duvida de sua bondade)
- Ela abandona a Palavra de Deus (não se submete a ela)
- Ela cria para si os seus próprios planos (nome), aborrecendo os planos de Deus para ela
- Ela subjuga os outros e vive de alimentar seu ego (Ninrode)
- E, por fim, cria a sua própria forma de espiritualidade; traçando um caminho a Deus
 
AS IMPLICAÇÕES HOJE
 
1. O nosso projeto de vida sempre deve estar de acordo com o projeto divino para nós. Deus tem um plano para sua vida, um propósito para você! Já dizia o antigo hino "Deus Tem Um Plano" (Victorino Silva):
 
Deus tem um plano em cada criatura
Aos astros Ele dá o céu
A cada rio, Ele dá um leito
E um caminho para mim traçou.


A minha vida, eu entrego a Ti
Pois o Seu Filho a entregou por mim,
Não me importa onde for, seguirei meu Senhor.
Sobre terra ou mar, onde Deus mandar, irei.
Em Seu querer encontro paz na vida
E bênçãos que jamais gozei
Embora venham lutar e tristezas
Tenho fé que Deus me guiará.


A minha vida, eu entrego, entrego a Deus
Pois o Seu Filho, lá na cruz, a entregou por mim
Não me importa aonde for, seguirei meu Senhor
Sobre terra ou mar, onde Deus mandar, irei.


2. O muito falar produz palavras néscias, isto é, tolas (Ec 5.3). Muitos pensam que por falarem muito estão sendo necessariamente ouvidos. Porém nem em nosso diálogo com Deus é assim. Deus nos deu dois ouvidos e uma boca, assim é melhor ouvir do que falar; é sábio responder somente depois de ouvir o nosso interlocutor (Pv 18.13). Cuidado com o que diz, porque havemos de dar contas no dia do juízo até de nossas frívolas (levianas, fúteis) palavras (Mt 12.36)! Nossa língua pode ser inflamada pelo inferno sem que percebamos! Assim, aquele que fala, fale segundo os oráculos de Deus (I Pe 4.11), fale apenas palavras que sejam boas para edificação, para transmitirem graça aos que a ouvirem (Ef 4.29).
 
 
Referências:
 
1. COMENTÁRIO BÍBLICO DO ANTIGO TESTAMENTO,  VOL 1 - Gênesis a Neemias. Matthew Henry.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ESCOLA BÍBLICA REVIVER - GÊNESIS - SUBSÍDIOS

Amados professores da Escola Bíblica Reviver: aqui, você encontrará subsídios para as lições a serem ministradas. No próximo quadrimestre estudaremos sobre o livro de Gênesis.

Ao lado, a capa da revista a ser utilizada.

I CONGRESSO REVIVENDO FAMÍLIAS - BÊNÇÃO DE DEUS!

O I Congresso Revivendo Famílias foi uma bênção!

No dia 26/06, sábado, tivemos a presença do Pr. Cláudio, da Comunidade Cristã da Zona Norte/RJ, pregando a Palavra de Deus sobre famílias, com base nos livros de Salmos e Gênesis. O pastor ressaltou a importância da família ser construída e firmada nos princípios imutáveis de Deus, abordados por ele ao longo de sua mensagem, a fim de que possa desfrutar das bênçãos do Senhor. "O amor não desiste no primeiro sinal de dificuldade, mas procura acertar os erros para que o relacionamento possa continuar", disse o pastor, que tem ampla experiência na área da família.

No dia 26, tivemos também momentos inspiradíssimos no louvor e adoração, com o Ministério de Louvor da Comunidade Cristã da Zona Norte/RJ em aliança com o Ministério de Louvor Visão e Glória, da Reviver. Os ministros de louvor das duas Igrejas, Ir. Luciana e Ir. Washington, levaram toda congregação à sala do trono, numa explosão de unção e presença de Deus. O Ministério de Dança Profética de Vila da Penha também levou a todos à adoração!

Tivemos também momentos preciosos, onde os presentes foram à frente do altar para intercederem à Deus por suas famílias. Que bênção!

Já no domingo, dia 27/06, a Igreja foi abençoada com a pregação da Palavra pelo Pr. Ricardo, com mensagem intitulada "Como Salvar sua Família da Ruína e Destruição", baseada nos Evangelhos de Mateus cap. 15 e de João cap. 8. O link do vídeo da mensagem em breve será colocado neste post.

O nosso muito obrigado ao Pr. Cláudio e à Comunidade Cristã da Zona Norte, "irmãos mais chegados que irmãos", que nos brindaram não apenas com sua presença, mas com seu carinho e zelo em todas as reuniões, ensaios, jejuns que antecederam e que prepararam o clima espiritual propício para a realização deste projeto. 

Parabéns aos obreiros e liderança da Igreja Batista Ministério Reviver de Vila da Penha, pela organização e realização do evento; pela dedicação, carinho e zelo em todos os momentos, não se deixando abater pelo desânimo ou eventuais críticas infundadas, mas que acreditaram e por isso o Congresso aconteceu.

Até o próximo congresso, Revivendo Famílias!
Graça e Paz!